(escrito em português brasileiro)
“Se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela.”
Albert Einstein
Eu tenho uma grande ideia, tudo se inicia com uma ideia grandiosa e inovadora, ou nem tão grandiosa ou menos ainda inovadora. Um bom começo, talvez, seja a de não dar dimensões ou mesmo cair na tentação de simplificar e pensar que ela é imbatível ou mesmo que não tem como não funcionar.
Deixar de lado o entusiasmo e manter os pés no chão e ter a chance de analisar as variáveis que podem levar sua ideia ao sucesso ou fracasso.
Tenha um olhar objetivo e distante de emoções e assim poder avaliar a viabilidade ou não de sua ideia.
Outro ponto que considero importante abordar referente a ideia é que somente a ideia não vale nada. Somos ensinados e acostumados a pensar que nossas ideias podem ser muito valiosas e devemos tomar muito cuidado para que não as roubem de nós.
As ideias, não têm quase valor algum. É muito provável que que muitas outras pessoas carregam nas suas cabeças as mesmas ideias. Nestes mais de 25 anos de assessoria para empreendedores e empresas startups é muito comum ouvir que apesar de estarem desenvolvendo projetos muito diferentes das ideias iniciais, estas pessoas tiveram ideias muito antes de empresas iguais ao Netflix, Google, Ifood, Nesspresso entre tantas outras.
O que aconteceu com estas ideias fantásticas e que se tornaram sonho para muitos empreendedores?
Não elas não foram compartilhadas e também não foram “roubadas” por terceiros. Este é tema para um outro momento.
Nos equivocamos ao pensar que nossas ideias são excelentes e completas, quando, na maioria das vezes, são apenas partes de uma ideia maior e melhor.
Compartilhar nossas ideias com outras pessoas que podem contribuir com o aprimoramento e evolução delas, trará ganhos significativos. Temos muito mais a ganhar do que a perder com isso e é como aprimoramos nossas ideias com as ideias dos outros.
Escolher com quem compartilhar a ideia deve ser seu primeiro desafio, e certamente é tema para um outro encontro nosso.
O que fazemos com a ideia é que tem valor.
Na grande maioria das vezes, os negócios começam com uma ideia, mas, antes mesmo de se efetivarem e terem a chance de dar certo de verdade, foram adaptados e mudaram diversas vezes até que os primeiros resultados fossem alcançados com um contexto diferente daquele da ideia inicial.
Mesmo quem tem o conhecimento e a disponibilidade de recursos financeiros suficientes para fazer tudo sozinho, se é que isto é possível, e assim não precisar dividir com ninguém as ideias, responsabilidades, riscos e resultados (positivos e negativos) deveria avaliar com muita atenção e responsabilidade a possibilidade de dividir e compartilhar, pois sempre teremos ganhos de escala, tempo, recursos, conhecimento, redução de riscos e certamente o aprimoramento da ideia original.
Aprender a construir uma relação de confiança com pessoas que possam ajudar e complementar onde não temos toda a experiência ou conhecimento fará um bem para as ideias e negócios que surgirão. Teremos assim a chance de construir empreendimentos sólidos.
Busque essa inteligência emocional e seja um empreendedor de sucesso.
Se quiser ser acompanhado em seus projetos, entre em contato para saber sobre o programa de consultoria e mentoria em negócios.
Marco César de Oliveira: Consultor, Coach e Mentor em Negócios no Brasil e Portugal, Economista – PUC /SP, contador, MBA em Gestão Empresarial pela FIA/USP, Sócio da VALORVEST Gestão Empresarial, certificado pela IAC – International Association of Coaching – e SLAC – Sociedade Latino Americana de Coach, e Especializado em Projetos Financeiros para o Terceiro Setor com mais 25 anos experiência em consultoria financeira e gestão de empresas.

